DICAS

Cinco itens que desvalorizam seu carro na hora da venda.

Ainda que seja zero km, todo carro desvaloriza em relação ao valor de mercado assim que sai da concessionária. Estima-se que em 12 meses de uso, um carro pode sofrer desvalorização variável entre 7% a 23%. Apesar das questões de mercado, boa parte da depreciação é de responsabilidade do proprietário e motorista. Por isso, é fundamental fazer um laudo cautelar antes de efetuar a venda e a compra. Veja abaixo os cinco principais itens que desvalorizam seu carro na hora da venda.

Estética: O visual é um dos principais itens de avaliação que pode desvalorizar seu carro na hora da troca. Isso porque a maioria das pessoas interessadas em comprar um carro usado não estão dispostas a investir em reparos. Assim, levam em conta a conservação e o ano de fabricação do automóvel, pensando em possíveis manutenções futuras. Portanto, avarias nos itens internos, como danos no estofamento, manchas, rasgos e odor (cigarro, por exemplo), e externos, como riscos, amassados na lataria, peças repintadas, conservação do verniz, estado do para-brisa, faróis e lanternas, podem depreciar o valor final do seminovo em até R$ 2 mil reais. Modificações também desvalorizam o carro na hora da venda, pois têm menor potencial de revenda. Dessa forma, aparelho de som, rodas e pneus, faróis e outros itens modificados devem ser revertidos aos originais para que a depreciação seja menor.

Mecânica: Quaisquer peças que estejam atrapalhando ou impedindo o perfeito funcionamento do veículo também são itens que desvalorizam seu carro na venda. Entre as principais na hora da avaliação estão:

  • Câmbio;
  • Mangueira;
  • Amortecedores;
  • Óleo do motor e radiador;
  • Pastilhas e discos dos freios;
  • Pneus;
  • Estepe.

O estado de conservação de outros mecanismos que à primeira vista podem não parecer fundamentais, mas têm sua importância, também será determinante na avaliação para a venda. Por exemplo: vidros e travas elétricas, ar-condicionado, comandos do volante, teto solar, buzina etc. Carros blindados também costumam desvalorizar mais na venda, porque, no geral, se deterioram mais rápido, assim como aqueles que rodaram em cidades litorâneas, por conta da maresia e corrosão.

Quilometragem: A quilometragem segue sendo um dos principais fatores de desvalorização de um seminovo. O carro pode estar perfeitamente conservado estética e mecanicamente, mas tendo muitos quilômetros rodados, certamente perderá valor na hora da venda. Assim como o ano de fabricação, a quilometragem indica futuras manutenções e prováveis investimentos na parte mecânica: quanto mais antigo e mais rodado, maiores as chances de problemas. Além de que, para um próximo negócio, o veículo acaba valendo bem menos. Nesse sentido, a maneira como o automóvel foi utilizado também é considerada na hora da venda. Carros de locadoras, táxis e serviços de transporte, por exemplo, provavelmente serão mais desvalorizados, dependendo do grau de cuidado e itens já expostos acima.

Popularidade: Não é novidade no mercado de carros usados que os modelos mais populares têm maior procura. Mas a alta demanda dos populares afeta diretamente a desvalorização dos modelos mais caros, que acabam perdendo valor justamente pela baixa procura destes. Estima-se que um veículo importado do segmento premium, por exemplo, desvaloriza em torno de 10% a mais do que um carro do segmento médio, enquanto este desvaloriza 5% a mais do que um modelo popular.

Marca: Seguindo a lógica dos modelos populares, fabricantes que estão há mais tempo no Brasil também têm seus veículos menos desvalorizados na hora da venda. Isso porque com a maior oferta dos carros, há também uma oferta maior em peças e serviços, por exemplo, o que impacta no preço tanto do automóvel quanto da manutenção. Marcas mais populares têm maior liquidez, enquanto carros menos vendidos podem ser até 20% mais desvalorizados.

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2019-01-29T15:49:32+00:00

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